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FioraSquare.png Fiora
a Grande Duelista
Gênero
Raça
Feminino ♀
Humana
Local de Nasc.
Residência
Ocupação
Facção
Demacia
Demacia
Líder da Família Laurent
Demacia
Aliados

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Rivais

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Fiora Render

" Eu busco sua morte em nome da honra. Embora você não tenha nenhuma, morrerá mesmo assim." - Fiora Fiora

A duelista mais temida de toda Valoran, Fiora é renomada tanto por suas maneiras bruscas e perspicácia quanto pela velocidade de sua rapieira de aço. Nascida na casa Laurent no reino de Demacia, Fiora tomou o controle da família de seu pai no rastro de um escândalo que quase os destruiu. A reputação da casa Laurent foi manchada, mas Fiora não mede esforços para restaurar a honra de sua família e devolvê-los a seu lugar de direito entre os melhores de Demacia.

História

House Laurent Crest
Desde muito jovem, Fiora Fiora afrontou toda expectativa colocada sobre si. Sua mãe pedia aos artesãos mais finos de Demacia que fizessem as bonecas mais bonitas para ela. Fiora as deu para as serventes e apanhou a rapieira de seu irmão, forçando-o que lhe ensinasse em segredo. Seu pai obteve uma série de manequins para que sua costureira particular lhe fizesse os melhores vestidos. Fiora os usou para praticar Estocada.png estocadas e Ripostar.png ripostes.

Em cada estágio de sua vida, Fiora incorporou tudo o que há de nobreza em Demacia, buscando a perfeição em tudo e não tolerando insultos à sua honra ou aos ideais de sua família. Sendo a filha mais nova da casa Laurent, estava destinada a ser um joguete político e a se casar como parte de um grande esquema de alianças entre famílias patrícias. Tal fato não se encaixava bem com Fiora, cujo temperamento via apenas desonra em ser parte de manobra pelo desejo de outros, mesmo que seja seu amado pai. Apesar de sua resistência, um casamento politicamente vantajoso foi arranjado com um ramo mais isolado da casa Crownguard, e sua cerimônia planejada para o verão.

As antigas famílias de Demacia enviaram seus representantes convidados à casa Laurent para presenciar a cerimônia. Contudo, em vez de aceitar humildemente seu destino, Fiora o afrontou. Ela declarou, perante aos convidados, que preferiria morrer a passar pela desonra de permitir que outra pessoa controle seu destino. Seu noivo foi publicamente humilhado e a família dele exigiu um duelo até a morte, para que limpasse o insulto escandaloso de Fiora.

Ela imediatamente se voluntariou, mas, como mestre da casa Laurent, era o dever de seu pai aceitar. O campeão da casa Crownguard era um guerreiro verdadeiramente mortífero e a derrota era quase certa. Perder significaria a ruína da casa Laurant e o exílio de sua filha. Frente a uma escolha tão inflexível, o pai de Fiora fez uma decisão que amaldiçoaria sua família por muitos anos. Ele tentou, naquela noite, inebriar seu oponente e reduzir a velocidade de seus golpes, mas sua tentativa foi descoberta e o mestre da casa Laurent foi encarcerado.

A lei demaciana é notoriamente impiedosa e severa. Sua justiça não permite qualquer tolerância e o pai de Fiora havia quebrado seu código de honra mais fundamental. Ele sofreria humilhação pública sobre o palanque do carcereiro, enforcado como um criminoso qualquer, e sua família inteira seria expulsa de Demacia. Na véspera de sua morte, Fiora visitou a cela do pai, mas o que aconteceu entre eles é algo que só ela sabe.

Um antigo, mas nunca esquecido, código de honra permitia que um membro da família expulsasse um ente vergonhoso e, dessa forma, evitaria a sentença de exílio. Sabendo que não tinham escolha, pai e filha enfrentaram-se no Salão das Espadas. A justiça não ocorreria com um simples assassinato. O pai de Fiora deveria lutar e ser enfrentado. A batalha foi rápida como um relâmpago; uma dança de espadas tão elaborada que suas testemunhas nunca se esquecerão do que viram. O pai de Fiora era um bom espadachim, mas não era páreo para sua filha. Cada estalo das lâminas em choque gritava adeus, mas o fim chegou com o rosto de Fiora em lágrimas, sua rapieira enterrada no coração de seu pai e sua família segura em Demacia. Com o próprio pai morto a seus pés, Fiora tornou-se a chefa da casa Laurant (surpreendendo seus irmãos mais velhos).

Embora a honra da casa Laurent não tenha sido inteiramente arruinada, escândalos não se apagam tão facilmente. Nos anos que se seguiram, Fiora provou ser uma líder sagaz de sua casa e rapidamente aprendeu a não cometer os erros de uma juventude impetuosa. Ela tornou-se uma formidável mestra de esgrima e negociação, chegando ao centro de qualquer assunto com sua costumeira clareza e assertividade cruel. Alguns ainda falam da desgraça de sua casa ou proclamam como os padrões decairam a tal ponto que uma mulher ousa a chamar a si mesma regente de uma nobre casa, mas não a plenos pulmões. Quando tais rumores chegam aos ouvidos de Fiora, ela rapidamente os junta e exige justiça no gume de uma espada. Contudo, mesmo aqui ela prossegue com seu pragmatismo astuto, oferecendo a cada desafiante uma maneira que permita a satisfação da honra sem morte. Até o momento, ninguém aceitou suas ofertas. Tampouco saiu ileso de um duelo contra ela.

Com as fortunas da casa Laurant em ascensão, não faltam pretendentes a Fiora, mas nenhum ainda provou ser digno de sua mão. Muitos suspeitam que ela mesma coloca cada pretendente para passar por um teste impossível de galanteio para permanecer afastada e solteira, pois uma esposa tradicionalmente cederia seu poder a seu esposo.

Fiora nunca fez nada seguindo as tradições.

House Laurent Crest
O homem que Fiora Fiora iria matar se chamava Umberto. Ele tinha o olhar de um homem muito seguro de si. Ela o observou falando com quatro outros homens, tão parecidos que certamente seriam seus irmãos. Os cinco estavam convencidos e orgulhosos, embora sua dignidade não lhes permitisse apresentarem-se no Salão das Espadas em resposta ao desafio dela.

A luz da alvorada desenhava marcas angulares através das janelas de lanceta; o mármore alvo brilhava com o reflexo daqueles que vieram assistir ao fim de uma vida. Alinhavam-se pelas paredes do salão de acordo com sua posição social: membros de ambas as casas, lacaios, curiosos e aqueles com puro e simples apetite por derramamento de sangue.

— Senhorita, — disse Ammdar, seu segundo irmão mais velho, enquanto lhe entregava uma rapieira de comprimento médio e lâmina de aço, na qual a luz deslizava como se fosse óleo. — está certa disso?

— É claro que sim, — respondeu Fiora. — você ouviu o que a jactância de Umberto e seus irmãos espalharam por Commercia?

— Ouvi sim, — confirmou Ammdar. — mas isso vale as suas mortes?

— Basta um linguarudo desses ficar ileso para que outros sintam-se livres para bradar bobagens por aí. — ela respondeu.

— Então faça o que for necessário. — Ammdar concordou com um aceno de cabeça e afastou-se.

Fiora avançou, alongando os ombros e agitando a espada duas vezes no ar; um sinal que dava início ao duelo. Umberto virou-se após o cutucão nas costelas, dado por um de seus irmãos, e a raiva tomou conta de Fiora ao ver que ele avaliava sua compleição, feita muito abaixo de seu pescoço. Ele empunhou a própria arma: um longo e belo sabre de cavalaria demaciano com adornos dourados e detalhes de safira pela empunhadura. A arma de um convencido, além de ser inteiramente inadequada para um duelo.

Umberto caminhou até sua marca de duelista e repetiu os movimentos de espada que ela havia feito. Curvou-se e piscou um dos olhos. Fiora sentiu sua mandíbula tensionar, mas não demonstrou sua desafeição. Emoções não têm lugar em um duelo. Elas anuviam a esgrima e fazem com que excelentes espadachins sejam derrotados por oponentes menos preparados.

Circularam um em volta do outro, fazendo movimentos prescritos de pés e espada, tais quais parceiros de dança nos primeiros compassos de uma valsa. Os movimentos asseguravam que ambos os participantes do duelo tinham ciência do significado do que estariam prestes a fazer.

Os rituais do duelo eram importantes. Eles, assim como O Caminhar Medido, foram feitos para permitir que pessoas civilizadas mantenham a ilusão de nobreza ao matar. Fiora sabia que eram boas leis, apenas leis, mas que não afastavam o fato de que ela estava prestes a tirar a vida do homem à sua frente. Por acreditar em tais leis, ela fez sua oferta.

— Bom senhor, eu sou Fiora da casa Laurent.

— Guarde isso para seu túmulo. — respondeu Umberto grosseiramente.

— Chamou-me a atenção de que você feriu o bom nome da casa Laurent de maneira injusta e desonrada através da indulgência e proclamação de calúnias relacionadas à minha linhagem. — disse ela, ignorando sua tentativa pueril de irritá-la. — Portanto, é direito meu o de lhe desafiar para um duelo e restaurar a honra de minha casa com seu sangue.

— Eu já sei disso. — disse ele, brincando com a multidão. — Estou aqui, não estou?

— Você veio de encontro com a própria morte, — prometeu Fiora. — a menos que escolha por não lutar ao dar-me satisfação por seus atos.

— E como posso dar satisfação à senhorita? — perguntou ele.

— Dada a natureza de sua infâmia, aceite em ter a orelha direita arrancada de sua cabeça.

— O que? Está louca, mulher?

— Ou isso ou a sua morte. — disse ela, como se estivessem conversando sobre o clima. — Você sabe como esse duelo vai acabar. Ninguém perde o rosto ao ser dócil.

— Claramente, você está enganada. — disse ele, e Fiora percebeu que ele ainda achava que poderia vencer. Assim como todos os outros, ele a subestimou.

— Todos aqui sabem de minhas habilidades com a espada, então escolha entre viver e usar seu ferimento como insígnia de honra ou morrer e ser ração de corvos na manhã seguinte. — Fiora brandiu a espada. — Mas escolha agora.

Ouvindo tal discurso como demonstração de arrogância, ele deixou a raiva sobrepujar seu medo e avançou, mirando a ponta de sua espada no coração dela. Fiora já havia previsto o ataque e desviou levemente para a esquerda, deixando a lâmina curva flutuando sobre o ar. Sua própria espada subiu e desceu em um preciso arco diagonal. A multidão espantou-se frente ao ruído de sangue em pedra e ao repentino fim do duelo.

Fiora virou-se enquanto tilintava a espada de Umberto sobre o mármore. Ele caiu de joelhos e curvou-se para trás sobre as pernas dobradas; suas mãos segurando a própria garganta aberta, da qual o sangue saia sem dificuldade.

Ela se curvou a ele em respeito, mas seus olhos já opacos tinham dificuldade de enxergar a iminente morte. Fiora não sentia prazer com abates assim, mas o tolo havia lhe deixado com poucas opções. Os irmãos da vítima avançaram para recolher o corpo e ela sentiu o quão chocados estavam com a derrota de Umberto.

— Agora já são quantos? — perguntou Ammdar, aproximando-se para coletar sua espada. — Quinze? Vinte?

— Trinta. — disse ela. — Ou talvez mais. Para mim, são todos iguais.

— Haverá cada vez mais... — fez seu irmão em tom de promessa.

— Que assim seja. Cada morte restaura a honra de nossa família. Cada morte nos aproxima da redenção.

— Redenção para quem? — perguntou Ammdar.

Contudo, Fiora não respondeu.

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